quarta-feira, 22 de junho de 2011

Instabilidade

Tenho mil ideias e ao mesmo tempo nenhuma. Escrevo mil palavras, as quais descreveriam meu estado atual, mas em três segundos tudo muda, apago e não tenho mais sobre o que escrever. Estou confusa e ao mesmo tempo tenho todas as respostas. Minha vida não tem passado disso, o que me tortura, é a indiferença. E não sei se é a indiferença alheia ou a minha. Mas também não importa.
O que eu sinto é falta. Falta? Nunca tive nada e mesmo assim tive. Talvez não tive, talvez fui. Talvez senti.
Quero sentir as mesmas coisas, as mesmas vontades, os mesmos encantos, as mesmas pessoas. Esse texto poderia se chamar nostalgia, também.
Tudo que vivi foi tão sofrido e ao mesmo tempo tão feliz. Eu cresci e eu não mudei, mas mudei, talvez isso que esteja me deixando triste. Mas também não importa.
Não tenho a pretensão de que esse texto seja bonito, porque talvez o que eu esteja passando não seja. Aí você já tem ideia pelo que estou passando, mas não quero fazer drama, mas já estou fazendo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Um texto sem regras

Não sei porque insisto acreditar que algum dia vai dar certo (ok, exagerei).
Não sei onde está o problema, ou pelo menos finjo não saber, escondo, pra ser mais direta.
Escondo de mim, escondo dos outros. Escondo tanto que está mais do que exposto, e é isso que me acaba.
Me entrego tanto não querendo me entregar, é como tentar tapar o sol com peneira.
Mas eu também fico tão assustada com a capacidade (ou melhor: incapacidade) das pessoas. De que?
Porra, de se relacionar. Relacionamentos em geral. Pra quê tanta superficialidade? Pra que mentir? Pra que aumentar? Por que a verdade não está sobre isso tudo?